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3º Ano - Ensino Médio - Noturno - Filosofia - Agir e Poder.

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PLUTARCO  Lúcio Méstrio Plutarco  -  Queroneia, 46 d.C. – Delfos, 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras: Vidas Paralelas e Morália.  Plutarco era um platônico, mas também era aberto à influência dos Peripatéticos, tendendo em alguns detalhes até mesmo ao Estoicismo, apesar de sua polêmica contra os seus princípios. Ele rejeitou em absoluto somente o Epicurismo. Interessado em questões morais e religiosas, atribuiu pouca importância às questões teóricas e duvidou da possibilidade de algum dia estas questões serem resolvidas.  Em oposição ao materialismo estoico e ao "ateísmo" epicurista, alimentou a ideia de Deus que estava mais de acordo com Platão e adotou um segundo princípio (díade), a fim de explicar o mundo fenomenal. No entanto, ele buscou esse princípio não em uma matéria indetermina...

2º Ano Ensino Médio - Noturno - Agir e Poder.

O ser para a morte Por Martin Heidegger*  “A morte não é de fato uma simples presença que ainda não foi atuada, não é um faltar último reduzido ad minimum, mas é, antes de tudo, uma iminência que ameaça.  (…) Porém, pode ameaçar o ser-aí, por exemplo, também uma viagem, uma explicação com outros, a renúncia a algo que o próprio ser-aí pode ser: possibilidades, estas, que pertencem ao ser-aí e que se baseiam no ser com os outros.  A morte é uma possibilidade de ser que o próprio ser-aí deve sempre assumir por si. Na morte o ser-aí ameaça a si próprio em seu poder-ser mais próprio. Nessa possibilidade isso ocorre para o ser-aí puramente e simplesmente por causa de seu ser-no-mundo. A morte é para o ser-aí a possibilidade de não-poder-mais-ser-aí. Como nessa possibilidade o ser-aí ameaça a si próprio, ele é completamente remetido ao próprio poder-ser mais próprio. Esta possibilidade absolutamente própria e incondicionada é, ao mesmo tempo, a extrema. A morte é a possibilidad...

2º Ano Ensino Médio - Noturno - Agir e Poder.

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SARTRE — “A EXISTÊNCIA PRECEDE A ESSÊNCIA’’.  Leia com atenção parte da música Ilusão de Ótica da banda Engenheiros do Hawaii. Para Sartre o homem acaba vivendo em uma angústia entre a sua existência e a sua essência pois cria-se uma dualidade de primeiramente ser um corpo vazio que necessita construir-se e formar a sua própria existência, e então após ser em si, que ele poderá viver um contínuo processo de construção da sua essência de ser para si.  Isso propicia uma liberdade de vivência mas junto com uma angústia de viver como um ser inacabado, uma indeterminação, um projeto a ser refeito conforme as suas escolhas e ser responsável por elas, mas sempre livre para se construir.  1 — Qual a relação do verso da música “Não se prenda à primeira impressão” com a ideia de Sartre de que o homem é um ser inacabado?  2 — Qual trecho da letra pode comparar com o fato de que quando criamos nossa essência não a enxergamos como realmente ela é?  3 — Para Sartre somos livr...