Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Liberdade e Determinismo

2º Ano - Ensino Médio - Noturno - Filosofia - Liberdade e determinismo.

Texto 1  Diógenes  “Os piores escravos são aqueles que estão constantemente servindo as paixões.”   Diógenes de Sinope (em grego antigo: Διογενης ο Σινωπεμς; Sinope, 404 ou 412 a.C. – Corinto, c. 323 a.C.), também conhecido como Diógenes, o Cínico, foi um filósofo da Grécia Antiga. Os detalhes de sua vida são conhecidos através de anedotas (chreia), especialmente as reunidas por Diógenes Laércio em sua obra Vidas e Opiniões de Filósofos Eminentes. Diógenes levou ao extremo os preceitos cínicos de seu mestre Antístenes. Foi o exemplo vivo que perpetuou a indiferença cínica perante os valores da sociedade da qual fazia parte. Desprezava a opinião pública e parece ter vivido em uma pipa ou barril. Reza a lenda que seus únicos bens eram um alforje, um bastão e uma tigela (que simbolizavam o desapego e autossuficiência perante o mundo), sendo ele conhecido também, talvez pejorativamente como k...

3º Ano - Ensino Médio - Noturno - Filosofia - Liberdade e Determinismo.

A Existência Humana, segundo Nietzsche  Com Sócrates, teria surgido um tipo de filósofo voluntário e sutilmente “submisso”, inaugurando a época da razão e do homem teórico, que se opôs ao sentido místico de toda a tradição da época da tragédia.  Para Nietzsche, a grande tragédia grega apresenta como característica o saber místico da unidade da vida e da morte e, nesse sentido, constitui uma “chave” que abre o caminho essencial do mundo. Segundo Sócrates, a arte da tragédia desvia o homem do caminho da verdade: “uma obra só é bela se obedecer à razão”, fórmula que, segundo Nietzsche, corresponde ao aforismo “só o homem que concebe o bem é virtuoso”. Perdendo-se a sabedoria instintiva da arte trágica, restou a Sócrates apenas um aspecto da vida do espírito, o aspecto lógico-racional; faltou-lhe as visões místicas, possuídas que foi pelo instinto irrefreado de tudo transformar em pensamento abstrato, lógico, racional.  Segundo Nietzsche, o cristianismo concebe o mundo terres...